Terça-feira, 12 de Outubro de 2004

Os factos.

despessola.jpg


 


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publicado por chaveslivre às 15:08
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Injustiças numa mão cheia de nada

Segunda-feira decorreu no nosso concelho mais um engano. Esse dia, culminado com um grande repasto no restaurante do costume, serviu para, ao fim da tarde, se outorgarem um conjunto restrito de protocolos com o fito de modernizar administrativamente umas poucas juntas de freguesia. Por estes lados é obvio que não se podem desperdiçar as migalhas que o centralismo lisboeta vai deixando cais dos lautos repastos à mesa do orçamento de nós todos. Para exemplificar vasta referir as reformas dos dirigentes da Caixa ou os ordenados da panóplia de assessores recentemente nomeados. Tirando a ninharia do valor dos protocolos assinados, em média 4000 euros, aos quais as juntas devem, pelo menos, juntar outro tanto do seu, nada mais haveria a referir. Acontece, contudo, que o famigerado gabinete de apoio às juntas de freguesia da nossa Câmara não alertou todos os presidentes de junta para este programa. Durante a cerimónia vários responsáveis pelas juntas se queixaram deste facto. Foi ainda interessante verificar a generalidade das queixas partiam de juntas de cor oposta à que esta no poder. Não se pense no entanto que todas as de cor contrária foram relegadas, pois o problema do desconhecimento incidiu mais nas que contratualizaram os serviços de contabilidade com o supra referido gabinete camarário de apoio às juntas. Pelo que perguntamos: 1º Não deveria a Câmara diligenciar no sentido de informar todas as juntas das oportunidades de financiamento extra que aparecem? 2º Não foi promessa eleitoral informar e apoiar todas as juntas do concelho no desenvolvimento de projectos? 3º Não seria bom para o concelho e para os munícipes que todas as juntas melhorassem o atendimento, modernizando-se administrativamente? Caso a resposta a estas questões seja positiva, podemos concluir que houve deficiente funcionamento dos serviços municipais, cuja responsabilidade deve ser assacada, exclusivamente à gestão psd. No entanto, mais importante que encontrar os culpados ou conhecer os motivos do fracasso, importa fazer justiça. Pelo que, deve agora a Câmara, responder com o apoio financeiro necessário à modernização das juntas de freguesia que, injustamente, foram esquecidas. Se o não fizer, podemos de antemão afirmar que, o relacionamento da Câmara com as juntas, tem dois pesos e duas medidas.
publicado por chaveslivre às 14:47
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Domingo, 10 de Outubro de 2004

Questionário.

1 - Como nos últimos três anos o governo não decretou aumentos nos ordenados dos funcionários públicos, as despesas com pessoal na Câmara Municipal, medraram aproximadamente 1 milhão e 400 mil euros (280 mil contos) porque:

a) a câmara decretou aumentos sem autorização legal;
b) pelo excesso de trabalho as horas extraordinárias foram mais que muitas;
c) os funcionários passaram todos a chefes e directores ganhando mais;
d) foram contratados 80 novos funcionários a ganhar uma média de 1250 euros mês;
e) foram contratados 140 novos funcionários a ganhar uma média de 750 euros mês;
f) as alíneas c e d
g) nenhuma das alíneas anteriores
h) outros (?)
publicado por chaveslivre às 22:41
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Sábado, 9 de Outubro de 2004

Esta Câmara administra mal, cria problemas em vez de soluções.

Não se fazem correctamente as coisas, causando fraca eficiência e, mais grave que isso, não se tem feito as coisas certas pelo que, a eficácia, tem sido insignificante. Esta deficiente prestação resulta da invenção de problemas (anulação do contrato do Parque de estacionamento da Freiras, anulação de duas fixas de rodagem na Avenida D. João I – RX, Lifestile, atraso incompreensível na abertura das Piscinas Municipais, anulação de financiamentos comunitários para a construção do CCC, obras quiméricas como o edifício para a Fundação N.A., mudanças de localização para o Parque de actividades e MARC, atrasos despropositados na construção de acessos para se construir o Casino, etc...), quando o esforço da Câmara se devia centrar na produção de alternativas criativas que, em vez de cuidar (mal) do que tinha já sido adquirido, pugnaria obter novos investimentos. Esta Câmara não foi capaz de criar uma iniciativa nova, não foi capaz de criar uma nova estratégia de investimentos qualificantes para o concelho. Minto, o Lifestile, não tinha sido idealizado pela câmara anterior, pelo que apenas reconheço esta iniciativa. Também, em abono da verdade, refira-se que os 33.316,04 € gastos em comeres e pernoita, bem como, os 14.588,73 euros gastos em passagens de avião, para o Carlos Castro e a Lili Caneças e seus assistentes, catapultaram a cidade e a Câmara de Chaves para os topos do hilariante nacional. Neste campo dominamos, obtemos a merecida notoriedade.
publicado por chaveslivre às 14:52
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2004

Câmara Municipal defere duro golpe às freguesias do concelho.

A gestão ppd retira às freguesias as competências que tinha protocolado anteriormente, reduzindo-as à compra de canhotos para queimar nas Escolas primárias durante o inverno. Depois de ter prometido a criação de um gabinete de apoio às freguesias na Câmara Municipal, depois de ter prometido a criação e apetrechamento, em agrupamentos de freguesias, de parques de máquinas, depois de ter prometido a criação e dotação infra-estrutural de várias áreas para instalação de empresas nesses agrupamento de freguesia, chegamos à lastimável conclusão de que tudo caiu em saco roto. Para quem prometeu a abundância de meios, para quem acreditou nessas fantasiosas promessa, resta apenas, aos primeiros, o descrédito e, aos segundos, a desilusão. Do tudo passamos ao nada com a facilidade com que “o diabo esfrega um olho”. Muita presunção houve quando se afirmou ter-se transferido para as juntas mais num ano que numa década, para agora se verificar que era tudo prosápia. Em vez de construir uma relação de confiança com as juntas, a par e passo, a actual Câmara lançou-se em bombásticos palavreados vazios de conteúdo prático. Não deveria a Câmara pedir desculpas publicamente por ter enganado as juntas de forma tão rotunda. Não venha agora afirmar-se que, entre a Câmara e as Juntas, há um bom relacionamento institucional. Que remédio, pois se as relações entre estas e a Câmara não estão reguladas, por regras claras, aquelas que se queixarem entram para o rol das excluídas do investimento municipal. Também não será despiciendo pensar-se que, aquelas que não forem da cor certa, mais depressa passarão ao rol. Não me admira também que, alguns Presidentes de Junta de cor diferente à do poder, façam juras de fidelidade futura, a troco de obras para as suas populações pois, de outra forma, nada ou pouco veriam. Deus queira que lhe comam o isco e .......... no anzol. (o espaço a tracejado é para preencher como popularmente se faz)
publicado por chaveslivre às 17:36
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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2004

Património municipal em ruínas

carteira.gif Vários edifícios que integram o património da Câmara Municipal encontram-se em ruínas. Não se conheçe qualquer acção desta câmara ppd/psd para os recuperar. Estou a referi-me, por exemplo, ao antigo Cine Teatro, em plena rua de Stº António adquirido na gestão socialista da Câmara e ao antigo Magistério Primário, na rua Júlio Martins. Poderia referir outros. A estes imóveis espera-os a mesma dita que teve o prédio da Câmara situado no Jardim do Bacalhau. Este já ruiu o ano passado e, tal como estes, esteve demasiado tempo voltado ao abandono. Também, tal como aos últimos, não se lhe dedica qualquer verba para a sua integral recuperação. Que faz então a autarquia com o nosso dinheiro? Entre outras coisas, igualmente pouco necessários para a cidade e os flavienses, vai a autarquia gastar 500.000 euros na compra a leasing de um baixo, onde há tempos atrás, estava o supermercado Novo Sol, no Largo do Anjo. E para que? Para alojar os funcionários que não para de contratar. Não seria melhor recuperar estes imóveis? Com os 500.000 euros e uma candidatura bem feita a financiamento comunitário, recuperava-se, para o mesmo fim e com mais qualidade, pelo menos, o edifício do antigo Magistério. Desta forma, impedia-se o triste fim que a Câmara agora lhe deu (serve agora para guardar cortadores de relva e sacos de fertilizante entre outras utilizações reais ou ficcionadas). Convêm lembrar que, este edifício, já foi a sede da Escola Dr. Júlio Martins, do Magistério Primário e da Universidade de Trás-os-Montes em Chaves, pelo que não merecia a sua triste condição actual. É assim que se AUMENTA O VALOR DO PATRIMÓNIO MUNICIPAL? É assim que se RESPEITA O VALOR SIMBÓLICO DO TECIDO URBANO CONSTRUÍDO? É isto RESPEITO PELA MEMÓRIA?
publicado por chaveslivre às 21:06
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Estacionar é um caos.

semafro.gif pointing.gif Em Chaves é cada vez mais difícil estacionar. A forte redução do número de lugares de estacionamento no centro histórico que a actual câmara provocou, está a proporcionar um autêntico desincentivo às visitas ao centro da cidade. Não faltará muito para que comerciante e utentes se revoltem. Uns por perda de clientes, outros por se verem coagidos a alterarem hábitos antigos. A destruição da possibilidade de criação de 250 lugares de estacionamento no parque subterrâneo nas “Freiras” está já a revelar-se um autêntico erro (e se a Câmara vier a ser condenada a pagar pesada indemnização à empresa concessionária o erro será então tremendo). Para mais, corre a notícia que, na lapa, se passará a pagar estacionamento em breve. De uma vez só, perderam os flavienses mais de 250 lugares de estacionamento, e para nosso mal, passaremos a pagar o que sempre foi gratuito. Assim não. Sem investimento não é justo que se pague por usar um espaço, cuja utiliozação já está mais que amortizadas. Não é justos que os actuais automobilistas paguem a construção de um novo parque (se for construído no arrabalde) com taxas a aplicar em parques que sempre foram gratuitos. Se forem construídos novos parques, devem os mesmos ser amortizados com o resultado da sua exploração futura, pois não é justo que muitos passem a pagar pelos erros desta administração municipal.
publicado por chaveslivre às 00:21
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Terça-feira, 5 de Outubro de 2004

O logro

dedoriste.jpg Na nossa cidade estão em curso alguns arranjos em arruamentos e praças. Estes, pela altura que começaram, deviam antes, estar já prontos. Tal não se verificou por impertinência do actual grupo autárquico. Pois, em vez de entregar a obras com projectos e concursos efectuados aos respectivos empreiteiros, resolveu andar a alterar os projectos existentes, não se sabendo que alterações foram introduzidas (se foram), quanto se gastou com elas e quem ganhou uns cobres por faze-las ou que custo houve para o cidadão e pequeno comércio com os atrasos. O grupo autárquico actual, em vez de andar a alterar o que estava pronto e com financiamento, devia antes ter mandado elaborar os projectos a candidatar ao próximo quadro comunitário de apoio. Como o não fez, alem destas obras em curso estarem significativamente atrasadas, também as do futuro próximo já o estão. Não devemos contudo ficar espantados pois, o actual presidente, não tem uma visão do futuro para a nossa cidade e, como tal, apenas olha para trás, querendo submeter ao seu gosto de barrosão, o que já foi feito. Nós, os da oposição, muito gostaríamos de saber quanto gastou a Câmara a alterar os projectos que, os próprios titulares dos cargos, haviam aprovado quando eram da oposição. Gostaríamos também de saber o nome dos técnicos e empresas que procederam às alterações. Como não sabemos nada disso fica-nos a ideia que tal não é para se saber. O que sabemos é que as obras se atrasaram, que se gastou dinheiro duas vezes nos projectos e que isso impediu a elaboração dos projectos do futuro. É pois um logro a gestão das obras municipais, já que, sob a premissa da alteração se quer alterar a paternidade das obras. É caso para dizer, “a César o que é de César”
publicado por chaveslivre às 22:58
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2004

Em que acreditamos

A acção política é nobre e, já que todo o “homem é um animal político”, devemos ter a convicção de que existem capacidades extraordinárias no povo simples. Para tal, há contudo, uma mudança que forçosamente devemos temer e essa é, claramente, aquela que nos impeça de falar. Pensamos ainda que a “política deve ser entendida tal qual a matemática: tudo o que não é totalmente correcto está mal.” Parafraseado ainda Alfred Smit também pensamos que “não é certo que o poder corrompa, mas há políticos que corrompem o poder” como tal, estando a política na opinião de muitos em contacto com a sujidade, é preciso muita higiene para não se cheirar mal. O caminho que apontamos para limpar a política é o da “política deliberativa”, fundada na comunicação, na discussão e na negociação pois. Só assim reencontraremos as práticas fundadoras da lógica democrática fundada no permanente confronto de opiniões. Confronto esse, entendido como um processo complexo de decisões, onde todos os pontos de vista são chamados a pronunciarem-se. Só a democracia participativa e contínua pode reconstruir a vinculação cívica aos políticos, já que, estarão implicados nas escolhas colectivas. A expressão directa da vontade é indispensável para remedira a crise da representatividade pois, só assim, se colmata a distância que se interpôs entre os dirigentes e os dirigidos. Não advogamos que apenas se chame ao debate grupos organizados. Não é nosso interesse que só estes participem na discussão política, antes desejamos que todos, individualmente, se associem ao debate. Esta inovação deve assegurar uma presença mais activa do cidadão nos processos de decisão política. É o que pretendemos.
publicado por chaveslivre às 16:00
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A nossa vontade

Este é o blog da OPOSIÇÃO à gestão ppd/psd EM CHAVES. Nele vamos veicular as ideias, as propostas e as acções que libertem CHAVES de um péssimo presidente e, por essa via, da sua acção nefasta para a vida dos FLAVIENSES. Demos início a este empreendimento porque é necessário, porque os jovens não nos perdoariam se ficássemos calados, porque a indiferença fere, porque um exercício nefasto deve ser combatido e porque ACREDITAMOS QUE MAIS E MELHOR É POSSÍVEL PARA TODOS: homens e mulheres; crianças, jovens, adultos e idosos; deficientes; estudantes; empregados e desempregados, crentes e não crentes, ricos e pobres. Vamos por isso vigiar o exercício do poder, denunciando o que está mal, criticando os erros, alertando para a opressão. Vamos ainda lutar contra as injustiças, denunciar a inacção, o despesismo e o clientelismo logo que se verifique. Não temos medo nem nos deixaremos intimidar por qualquer tipo de ameaças. Temos a convicção que a causa é justa, a empresa é nobre e a vitória certa.
publicado por chaveslivre às 15:58
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