Segunda-feira, 29 de Novembro de 2004

TRIPLA TRAPALHADA

A Câmara adquiriu, há cerca de 1 ano e meio, os edifícios e terrenos da Cooperativa Norte Transmontano, no Alto da Trindade, para aí ser construída uma Escola.

Como contrapartida, entregou à Cooperativa dinheiro e um terreno com 6 hectares, próximo da Munível, para aí serem construídos os novos armazéns.

Cooperativa.JPG

Trapalhada 1: A Câmara incluiu o terreno que cedeu à Cooperativa na área onde suspendeu o PDM. Esta incúria impossibilita a Câmara de aprovar, há quase 1 ano, o projecto de construção dos armazéns da Cooperativa. De nada valeu o voto contra do PS.

Trapalhada 2: A Cooperativa só foi autorizada a transmitir o seu património por se tratar de um fim público. Pretende, no entanto, a Câmara destinar uma parte do terreno que adquiriu à construção de 15.000 metros quadrados de habitação colectiva e comércio. A validade do negócio está ferida de morte.

Trapalhada 3: Pretendia a Câmara ceder todo o terreno a um empreiteiro que o lotearia e, no final, voltava a transmitir à Câmara a parcela destinada à Escola. Perante o alerta do PS de que a eventual falência do empreiteiro significaria para a autarquia a perda de tudo, lá veio o Presidente da Câmara, metendo os pés pelas mãos, dizer que o melhor era mesmo fazer-se uma parceria Câmara/Empreiteiro. Como ninguém sabe muito bem que parceria seria essa, está tudo em águas de bacalhau e a Escola estará construída noutro concelho que não o de Chaves.

Aqui está um exemplo de gestão pública medíocre.
publicado por chaveslivre às 22:35
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Notícias do lado de lá do Atlântico

O Blog pelos seus leitores:


Vão realizar-se no próximo fim de semana as comemorações do décimo terceiro Aniversário da fundaçao da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro-USA (CTMAD).


Presentes como convidados oficiais os presidentes de câmara do Alto Tâmega. Os autarcas transmontanos de Boticas, Montalegre, Chaves, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, chegarão aos Estados Unidos na próxima sexta-feira e nesse mesmo dia terão uma recepçao, na sede da CTMAD, em Newark, estado de New Jersey. No sábado à noite, será a vez de serem homenageados pelo Lusitânia Savings Bank da mesma cidade. De notar que Lusitânia Savings Bank, que é presidido pelo botiquense Augusto Gomes e que é também presidente ca CTMAD, foi um banco fundado por emigrantes transmontanos, nomeadamente da região do Alto Tâmega.


O ponto alto das comemorações, será no próximo domingo, 5 de Dezembro, com a realização de um almoço comemorativo que terá a presença de mais de meio milhar de pessoas. Os presidentes das câmaras de Chaves, Vila Pouca de Aguiar e de Ribeira de Pena, estarão presentes pela primeira vez ao passo que os todos os outros, já cá estiveram noutras ocasiões, nomeadamente o Engº Fernando Campos, da vila de Boticas que sempre tem dito presente aos vários convites que a CTMAD lhe tem feito.


Notícia enviada dos EUA por Nuno de S. Vicente


 

publicado por chaveslivre às 20:51
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Quem espera desespera!

A ruinosa gestão municipal está a adiar para as calendas gregas a construção do Complexo de Piscinas Cobertas, na cidade, e, já que terá de manter em funcionamento as velhas piscinas, por tempo indeterminado, não seria melhor repará-las?


Outras realizações que a oposição desejava ver feitas, nem projectos têm.


Por exemplo, para quando a construção de um novo Pavilhão Gimnodesportivo Municipal, já que, o actual, nem para as encomendas das Escolas chega. E a construção do Parque Lúdico-Recreativo de Chaves na Galinheira, não era para estar pronto com os fundos do Polis? Já não se vão construir as piscinas municipais em Vidago, e o centro de treinos, também foi no jogo das mentiras eleitorais? A construção de uma Pista de Atletismo, tão desejada por alguns dos actuais desportistas da esfera da autarquia, já não é necessária? E porque diminuiu o ritmo de construção de novos Polivalentes Desportivos no meio rural?


Já são muitas as perguntas, para que não tem forma de responder! Mas, em termos de infra-estruturas para desporto e tempos livres, a coisa vai muito mal, diria pessimamente.

publicado por chaveslivre às 01:19
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Sexta-feira, 26 de Novembro de 2004

INSEGURANÇA

Esta estátua deveria ser um símbolo de firmeza de decisões, de carácter, de rectidão de postura e coerência.


 D.Afonsoxp.jpg


Pois bem, nas últimas semanas a Câmara de Chaves, em várias ocasiões, alterou decisões, no âmbito da gestão urbanística, gerando insegurança e incerteza entre particulares, investidores e promotores imobiliários.


Aprovou um pedido de informação prévia, notificou o deferimento ao requerente e 15 dias depois recuou na decisão, reprovando-o.


Concedeu um alvará de autorização de construção, permitiu que o particular executasse a obra e a concluisse e, depois, com total desfaçatez, decretou a nulidade da autorização emitida e ordenou a cassação da licença, a que se seguirá a ordem de demolição.


Em face desta postura inédita da autarquia flaviense, pergunta-se ?


Só passado quanto tempo é que as decisões camarárias devem ser levadas a sério ?


Quanto tempo vai demorar a que os decisores percebam a irresponsabilidade e leviandade com que têm tratado estes assuntos ?


Qual a Câmara do país, se é que existe, onde tenham ocorrido semelhantes atrocidades ?


Quem pode confiar nas deliberações da Câmara de Chaves ?


Qual o objectivo desta postura ? Fazer crer que tudo é provisório e alterável e que quem manda pode, sempre que lhe apetecer, desmandar ?

publicado por chaveslivre às 23:09
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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2004

Acção despropositada!

A autarquia entregou ao empreiteiro mais “competitivo” da praça a construção de uma “mamarracho” na antiga estação (agora designada CCC). O dito empreiteiro, é o mesmo que, com o acordo das partes, abandonou a construção do museu ferroviário (a parte menos lucrativa, se fosse construída) Agora, com o fito de lá abrir mais um auditório (já havia 6 na cidade) a rondar os 200 lugares sentados, um restaurante (como se houvesse poucos e maus na cidade) além gabinetes e salas de ajuntamentos, para instalar e mandar reunir, o mais que muito pessoal que não para de ser admitindo, a vários títulos e contratos, lá se vão “torrar” mais de três milhos e meios de euros (se a obra não derrapar).


Ora bem. Se não me engano, da primeira vez, na estação, devem ter sido gastos, aí, um milhão e meio de euros, se tudo fosse na altura feito, ficava a obra, mais coisa menos coisa, nos 2 milhões. Agora, como referi, estando já muita obra feita, o que se vai fazer vai para lá dos três milhões e meio.


Pergunto: Em vez do restaurante não teria sido melhor comprar o edifício da Ex-Epac, ao lado da Escola da Estação, para o transformar num pavilhão desportivo, e que ainda poderia ser usado pelo CCC, ao lado, em dias de chuva para eventos culturais?


Pergunto ainda: Como é possível gastar próximo de um milhão de contos dos antigos para, resumindo e concluindo, instalar pessoal e construir um auditório de reduzida dimensão, sabendo-se que, os outros existentes, passam o ano às moscas? (os dos três hotéis, o da Esc. Profissional, o do Centro de Formação e o do GATAT)


Agora afirmo: Está errado gastar sem acerto, pois não havendo no concelho um auditório com mais de 500 lugares (nem nas proximidades), o dinheiro deveria ser aplicado na recuperação do antigo Cine-Teatro. Este edifício, em adiantado estado de degradação, é património da autarquia, está bem situado (centro histórico), e, recuperado, seria um auditório para mais de 500 lugares, como se exige a uma cidade que se quer afirmar como um destino de congressos.


Para mais, será que a Câmara não investe no Cine-teatro, porque pensa vende-lo? Se sim, a quem? Para que fins? .......................


(continuará)

publicado por chaveslivre às 23:43
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Domingo, 21 de Novembro de 2004

O cisma do betão.

Pensar que a cidade não é mais que uma justaposição, mais ou menos ordenada, de ruas, jardins, casas, monumentos, empreendimentos imobiliários, empresas, onde muitas pessoas convivem, moram e exercem a sua actividade, é ter vistas curtas. As cidades são, sempre foram, muito mais. As cidades, por excelência, são espaços de intercâmbio de ideias, são lugares de oportunidades de vida, são lugares de criação e difusão de conhecimentos. São estas características, não as primeiras, que proporcionam aos cidadãos obter e gerar novas competências, despoletar novos talentos e inovar nos saberes.

A grandeza de uma cidade não pode, portanto, ser medida a partir da quantidade de betão armado que nela se injectou, mas sim do que induziu no crescimento de capacidades e talentos nos cidadãos, reflectindo-se essa indução no que eles forem capazes de criar e produzir.


“Assim, a ultrapassagem dos crescentes desafios que envolvem as cidades passa hoje por conceitos e ideias novas de gestão onde, mais importante do que a expansão urbanística conseguida ou a implantação de indústrias, aquilo que realmente interessa apoiar e promover reside nos recursos humanos e nas habilidades e competências que conseguirem reunir e incentivar em favor do desenvolvimento integrado da localidade e da sua região.”(1)

O progresso social e humano exige grande atenção e capacidade de acção aos gestores dos bens públicos, pois “os elementos que tendem a promover a decadência dos territórios e particularmente dos centros urbanos são mais poderosos do que os relacionados com o crescimento. A transição da era fabril para a sociedade do conhecimento está a provocar danos profundos em muitas regiões e localidades que não foram ainda capazes de perceber a natureza, a forma, a dimensão e o sentido da mudança que está a afectar o mundo. Estamos já em plena era da informação, do conhecimento e da criatividade mas a maioria dos governos locais regem-se pelas práticas, regras e conceitos da sociedade fabril.”(1)


Que atenção tem o Chefe autárquico a estes avisos de decadência?

Na minha opinião nenhuma, mas os sinais da decadência estão ai. Repare-se nos problemas que enfrentam, a Cooperativa Agrícola, o Grupo Desportivo, as empresas industriais tradicionais (nos barros), o comércio tradicional, o comércio automóvel (fechou a Fiat em Chaves, entre outros), o ensino superior (brevemente ficará sem enfermagem), o Hospital (não tarda perde obstetrícia), a lavoura (com o pagamento único, e a não regionalização dos apoios, vai perder muito)... e, não falo na autarquia, porque já estou pelas orelhas de arremessos.

1) in Desenvolvimento Económico do Município, Maxman Institute, 1997.
publicado por chaveslivre às 22:08
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Sábado, 20 de Novembro de 2004

Eles fogem, esquecem e tratam da vida. Ai não!

Nas derradeiras eleições autárquicas o Dr. Durão Barroso foi escolhido para a Assembleia Municipal de Valpaços cujo órgão dirigiu durante escassos dias. Depois, na campanha para as eleições legislativas foi anunciado como a criatura transmontana que iria pôr a região no panorama político e na vereda para do progresso.

Demasiados, dos eleitores de Trás-os-Montes e Alto Douro, abonaram que, com o fornecimento do seu voto ao PSD, saberiam, os escolhidos, topar um trilho de mais investimento, mais emprego e mais oportunidades.

Ainda poderão pensar o mesmo?
E o concelho de Valpaços que vantagens teve em eleger tal figurão?

Fora com os aldrabões!

Obs: Os da Europa vão ver-se à nora. Pois o que começa torto tarde ou nunca se endireita.
publicado por chaveslivre às 22:36
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2004

O que anda na rede!

Chaves é uma cidade portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes, com cerca de 19 300 habitantes.


Para ver na:


 vikip.gif


 


Como é que Boticas, com com alguns 2000 mil habitantes, tem um PIDDAC maior?


 

publicado por chaveslivre às 02:43
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2004

Grandes obras. Outros tempos!

ponte.jpg


Ponte de São Roque


 


Quem projectou, obteu finaciamento e mandou construir, para os flavienses, a terceira ponte?

publicado por chaveslivre às 22:07
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Terça-feira, 16 de Novembro de 2004

Grandes troca-tintas!

Prometeram desconcentrar a Administração Central do Estado e apenas, eles próprios, se desconcentraram da governação do país, do Concelho e das freguesias. Em Junho de 2003 afirma o Governo que “A região de Trás-os-Montes e Alto Douro constitui um espaço sub-regional relativamente homogéneo e coerente, em termos organizacionais e funcionais, e que enfrenta problemas e desafios singulares em matéria de desenvolvimento territorial”.


in Resolução do Conselho de Ministros n.º 124/2003, Resolução que determina a elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território de Trás-os-Montes e Alto Douro, 2003-07-31


Afirmando o que afirmaram, passado ano e meio, se não houver mais embrulhadas, vão dividir a região em duas. Então, “a região de Trás-os-Montes e Alto Douro encara um conjunto de desafios que exigem uma reflexão e um debate alargados e uma acção concertada e eficaz dos poderes públicos, com a imprescindível participação das organizações representativas dos interesses económicos, sociais, culturais e ambientais da região”, e NADA?


É para o governo “necessário definir um quadro coerente, no qual se estabeleçam objectivos globais partilhados, estratégias concertadas e intervenções articuladas”, sendo tudo tratado “no âmbito de um plano regional de ordenamento do território” entendido como um “instrumento de desenvolvimento territorial que, de acordo com as directrizes definidas a nível nacional e integrando as estratégias municipais de desenvolvimento local”, se quer que “estabeleça as orientações para o desenvolvimento do território regional e defina as redes regionais de infra-estruturas, transportes e serviços” e NADA? Aldrabões!


Se NADA é peixe.


Enganais sempre, em todo o caso, está-vos na medula.


A palavra verdade é deprimida, quando a pronunciais.

publicado por chaveslivre às 23:41
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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2004

O pão aumenta em tempo de miséria

Efeito Giffen


Fenómeno paradoxal do aumento da procura de um bem provocado pela alta do respectivo preço. O efeito Giffen, do nome de um economista inglês do final do século XIX, constitui, da mesma forma que o efeito Veblen, uma excepção à lei da oferta e da procura. Giffen observou, com efeito, que a subida do preço de um bem indispensável (o pão, nessa ocasião, mas igualmente a batata na Irlanda em 1845) provocava uma queda do poder de compra das classes miseráveis, que já não podiam consumir outros produtos alimentares mais nobres (carne, fruta). Como consequência, eles deviam concentrar-se nestes bens indispensáveis, apesar do seu encarecimento.


in CAPUL, J. e GARNIER, O (1998) Dicionário de Economia e de Ciências Sociais, Plátano, Lisboa.


Conclusão: Os pobres é que pagam a crise.


 

publicado por chaveslivre às 23:13
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Para lastimar!

No distrito de Vila Real o desemprego era, em Abril de 2002, de 7339 passando, em Julho de 2004 , para 8395.
Actualmente, o número de falências de empresas coloca o distrito no segundo lugar do "ranking" nacional.
A criminalidade aumentou de 4938 crimes, em 2001, para 6224 em 2003.
O abandono de terras atingiu níveis apenas verificados nos anos 60.
O abandono escolar atinge 5% dos jovens do distrito, o que é o dobro da média do país.

Etc, etc ....

Onde está a solidariedade nacional?
A quem interessa a miséria humana que se vive no interior?
Que políticas há para corrigir as assimetrias?

Por isso:

Recusamo-nos a pagar o que o litoral tem de graça!

Abaixo as portagens!
publicado por chaveslivre às 00:30
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Sábado, 13 de Novembro de 2004

Recentrar os objectivos iniciais.

A acção política é nobre e, já que todo o “homem é um animal político”, devemos ter a convicção de que existem capacidades extraordinárias no povo simples. Para tal, há contudo, uma mudança que forçosamente devemos temer e essa é, claramente, aquela que nos impeça de falar. Pensamos ainda que a “política deve ser entendida tal qual a matemática: tudo o que não é totalmente correcto está mal.” Parafraseado ainda Alfred Smit também pensamos que “não é certo que o poder corrompa, mas há políticos que corrompem o poder” como tal, estando a política na opinião de muitos em contacto com a sujidade, é preciso muita higiene para não se cheirar mal. O caminho que apontamos para limpar a política é o da “política deliberativa”, fundada na comunicação, na discussão e na negociação pois. Só assim reencontraremos as práticas fundadoras da lógica democrática fundada no permanente confronto de opiniões. Confronto esse, entendido como um processo complexo de decisões, onde todos os pontos de vista são chamados a pronunciarem-se. Só a democracia participativa e contínua pode reconstruir a vinculação cívica aos políticos, já que, estarão implicados nas escolhas colectivas. A expressão directa da vontade é indispensável para remedira a crise da representatividade pois, só assim, se colmata a distância que se interpôs entre os dirigentes e os dirigidos. Não advogamos que apenas se chame ao debate grupos organizados. Não é nosso interesse que só estes participem na discussão política, antes desejamos que todos, individualmente, se associem ao debate. Esta inovação deve assegurar uma presença mais activa do cidadão nos processos de decisão política. É o que pretendemos.
publicado por chaveslivre às 23:10
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Para a recontextualização necessária

Este é o blog da OPOSIÇÃO à gestão ppd/psd EM CHAVES. Nele vamos veicular as ideias, as propostas e as acções que libertem CHAVES de um péssimo presidente e, por essa via, da sua acção nefasta para a vida dos FLAVIENSES. Demos início a este empreendimento porque é necessário, porque os jovens não nos perdoariam se ficássemos calados, porque a indiferença fere, porque um exercício nefasto deve ser combatido e porque ACREDITAMOS QUE MAIS E MELHOR É POSSÍVEL PARA TODOS: homens e mulheres; crianças, jovens, adultos e idosos; deficientes; estudantes; empregados e desempregados, crentes e não crentes, ricos e pobres. Vamos por isso vigiar o exercício do poder, denunciando o que está mal, criticando os erros, alertando para a opressão. Vamos ainda lutar contra as injustiças, denunciar a inacção, o despesismo e o clientelismo logo que se verifique. Não temos medo nem nos deixaremos intimidar por qualquer tipo de ameaças. Temos a convicção que a causa é justa, a empresa é nobre e a vitória certa.
publicado por chaveslivre às 23:06
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2004

Info-exclusão

Para além da lateralidade no que refere ao investimento quer público quer privado, (mais público) o concelho vive um efeito de dupla interioridade a natural e histórica e a da informação – os programas de extensão criados para fazer crescer o serviço ao nível das novas tecnologias de informação e comunicação estão em morte lenta. A câmara fracassa fracassa e o concelho afunda-se.
Os jovens que tratem e as famílias que pagem.
Para quando as auto-estradas da informação?
Para quando a banda larga no concelho?
Para quando a rede cabo?
Tanta conversa e nada.
publicado por chaveslivre às 17:52
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