Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007

Quanto mais longe pior.

Nada como a frieza dos números para entender os prejuízos da desclassificação da urgência de Chaves.

Quadro nº 1 - Tempos de acesso às urgências, considerando a situação actual, com Vila Pouca e Ribeira de Pena a deslocarem-se ao hospital de Vila Real e Valpaços, Montalegre, Chaves e Boticas a deslocarem-se para o hospital de Chaves.

 

 Valores em minutos.

 

Concelhos Alto Tâmega

Tempos actuais - Vila Pouca e Ribeira de Pena deslocam-se ao hospital de Vila Real

Médias de acesso ao hospital

Tempo máximo de acesso registado nas freguesias

Boticas

33,8

49,9

Chaves

15,9

35,2

Montalegre

55,3

84,1

Ribeira de Pena

62,5

84,5

Valpaços

30,7

51,1

Vila Pouca de Aguiar

46,4

61,5

 

 

Quadro n. º 2 - Tempos de acesso considerando o encerramento da urgência médico cirúrgica do Hospital Distrital de Chaves. Está considerada a rede actual, pelo que deve ser tido em consideração que os tempos poderão diminui com a abertura do troço da A24 entre Vila Real e Chaves…. Mas, as diminuições de tempo de acesso, não deixaram de desprezar várias das freguesias desses concelhos em situação problemática.

 

 Valores em minutos.

 

Concelhos Alto Tâmega

Tempos de acesso de todos os concelhos do Alto Tâmega ao hospital de Vila Real

Médias de acesso ao Hospital de Vila Real

Tempo máximo de acesso registado nas freguesias

Boticas

83,4

97,7

Chaves

79,8

107,6

Montalegre

111,0

138,8

Ribeira de Pena

62,5

84,5

Valpaços

66,6

90,4

Vila Pouca de Aguiar

46,5

61,5

 

 

Os tempos foram calculados recorrendo a modernos sistemas de cartografia automática com percursos reais testados nos tempos de deslocação por condutores tipo.

 

Foram calculados pelo Sr. Eng. Nuno Azevedo, no âmbito de uma dissertação de mestrado.

sinto-me: Os números não enganam
publicado por chaveslivre às 21:02
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Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

A anticipação supera a reação.

A Lei de Bases da Saúde Nacional diz claramente que as Autarquias locais participam na acção comum a favor da saúde colectiva, dentro das suas responsabilidades, o que significa que devem ser mais intervenientes nesta área.
Nesse contexto, a nossa Autarquia deveria ter sido mais actuante nesta matéria, deveria ter já elaborado um Plano Concelhio de Saúde que lhe permitisse ter uma estratégia para melhorar a qualidade da saúde e da vida das nossas populações.
Nesse plano teriam de estar identificados quais são os fundamentais problemas de saúde dos residentes no concelho, que mecanismos desejamos implementar para promover a melhoria do estado de saúde das nossas populações, que disponibilidade tem a Autarquia de investir nesta área, nomeadamente em infra-estruturas (aqui a rede social seria importante), como as desenvolver e qual a avaliação e acompanhamento da saúde no nosso concelho.
Este Plano Concelhio de Saúde se estivesse elaborado, como foi proposto atempadamente pela oposição na Assembléia Municipal, poderia ajudar a Autarquia a perceber o estado de saúde da nossa população e, seria agora um instrumento poderoso em termos de negociações com a Administração Central e do Hospital de Vila Real, de forma a fazer-lhes entender que ao nos reduzir a capacidade em termos de saúde ao maior nível, estão também a reduzir a nossa capacidade de contribuir para a fixação das populações, de criar riqueza e de sermos, também aqui, um Portugal de primeira.
 
O PSD no poder não aceitou desenvolver os estudos necessários à elaboração do Plano, antes quis contratar um estudo para criar mais uma empresa municipal e uma associação para colocar os amigos do partido em bons lugares.
 
Agora engajam manifestações populares para contrapor a relatórios técnicos.
 
A conduta não é essa.
No plano das operações, a antecipação daria melhores garantias de vitória que a reação.
sinto-me: Estratégia
publicado por chaveslivre às 21:06
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Vamos retomar a acção!

 Após reflexões aturadas que giraram em torno dos objectivos do blog, da necessidade da economia de forças, dos conteúdos, da ofensiva, da manobra, da unidade da acção, da surpresa, da segurança ou mesmo da simplicidade, decidimos relançar o combate.
Tal decisão nada tem a ver com reincidências beligerantes, antes dependeu da constatação de que “o meio para a vitória é o combate”.
 
Retomamos a luta porque ela “não é apenas um acto de puro cálculo, mas também de paixão e coragem.”
 
Sabemos que a “dimensão do sucesso e a sua certeza variam em sentido inverso”, mas sabemos também que quantos mais ousarmos, maiores serão os sucessos que podemos esperar com este meios.
 
Ao combate!
sinto-me: radiante
publicado por chaveslivre às 20:34
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