Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2005

always on.

A interioridade, no que tem de indesejável, perdura.


Demoram-se tanto a aplicações interactivas de alto débito que até já não merecem essa designação.


 


 Prometia-se que através da implementação da Iniciativa Nacional para a Banda Larga, Portugal passaria em 2005 a ter cerca de 16 postos públicos por cada 100,000 habitantes com acesso à Internet em Banda Larga.


 


Se assim fosse, o nosso concelho com mais de 43 mil habitantes teriam que possuir 7 postos.


 


Onde estão eles? O ano está a chegar ao fim!


 


A Agencia para a Sociedade do Conhecimento bem alertava para certos factores críticos de sucesso que poderiam obstar ao desenvolvimento da Iniciativa Nacional para a Banda Larga. Entre eles encontrava-se a necessidade de “garantir não só a disponibilização de infra-estruturas de Banda Larga nas regiões mais desfavorecidas, mas também assegurar o desenvolvimento tecnológico e competitivo das plataformas.” Os preços (pelo seu papel indutor na massificação da Banda Larga) também não eram esquecidos, dizia-se ser “fundamental a criação de um quadro competitivo favorável ao desenvolvimento do mercado de Banda Larga, seja através da comercialização de novas ofertas, seja através da introdução de novas tecnologias.”


 


Continuamos à espera e continuaremos pois, quando quem deve pugnar por estas infra-estruturas o não faz, sofremos todos os dias as consequências.

publicado por chaveslivre às 01:20
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2 comentários:
De Anónimo a 14 de Dezembro de 2005 às 11:56
Sim, utilizar o laptop com uma placa 3G fora dos municípios de Lisboa e Porto é de entrarmos rapidamente em desespero.Kraak/Peixinho
(http://kimboio.blogspot.com)
(mailto:kraakinho@gmail.com)
De Anónimo a 13 de Dezembro de 2005 às 00:02
http//www.jmadureira.blogs.sapo.ptjoão madureira
</a>
(mailto:jmadureira@sapo.pt)

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