Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2005

A construção da era digital

peq_arvore.gif

Existe, claramente nos cidadãos mais jovens, a vontade de explorar as possibilidades decorrentes da revolução digital, arrastando neste movimento as gerações mais maduras.


Por conseguinte, as autarquias, deviam encarar o uso das novas tecnologias, como um veículo para a prestação de mais e melhor informação aos cidadãos e empresas, de forma descentralizada e não rígida.


As novas tecnologias de informação permitem:


1º -contenção das despesa através de ganhos de eficiência nos serviços (produtividade) .


2°- redução do tempo de espera que recai sobre as petições dos utentes (beneficio para o desenvolvimento das actividades, ex: construção).


3° - melhoria das condições de atendimento (possibilidade de consulta à distancia, ex: da própria residência, da empresa).


4° - melhoria do exercício da iniciativa empresarial, (maior capacidade de informação e resposta da autarquia, maior qualidade dos serviços prestados aos agentes económicos )


5° - reforço claro no desenvolvimento de actividades técnicas na autarquia.


A actividade autárquica não deve contudo ser perspectivada apenas sob o ponto de vista do serviço. A sua acção deve, obrigatoriamente, ser lida na construção de uma moderna Sociedade da Informação e do Conhecimento, e como a construção desta moderna sociedade não é uma tarefa meramente tecnológica, nem resulta apenas das novas maravilhas da era digital, há que ter atenção especial a fenómenos de info-exclusão, só essa atenção permite a conquista de mais e melhor cidadania.


Permitam, que manifeste uma preocupação especial, em relação às dificuldades que estas tecnologias podem trazer para os cidadãos com necessidades especiais, designadamente os portadores de deficiências e os idosos.


A democratização das telecomunicações e electrónica estimula a revitalização das instituições democráticas representativas, e potência já novas formas de participação cívica, conferindo aos cidadãos novas formas de protagonismo mas, para tal, necessitamos de encontrar as formas para que possam também, os ainda excluídos, usufruir dos benefícios das novas tecnologias.


São necessárias para tecnologias de interacção homem-máquina que reduzam a dependência, do acesso, da cultura, da educação ou da destreza física e intelectual.


Só assim é possível a construção da moderna sociedade, a qual se deve referenciar na garantia de promoção da igualdade de oportunidades favorecendo a inclusão social.


 


Em Chaves, a autarquia não liga “népia”!


 


Não reivindica a instalação de banda larga.


Não possui um site capaz.


Os serviços on-line, são para esquecer.


O apetrechamento de espaços net públicos é incipiente (deve ser de 1 computador  para mais de 3500 habitantes)


 


(.....)


 


Assim não vamos lá.


 


Vamos já abalar o Dr. Batista


A 20 de Setembro vamos derrotar o PPD no concelho.

publicado por chaveslivre às 01:43
link do post | comentar | favorito
|

.pesquisar

.Fevereiro 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29

.posts recentes

. Vamos abrir caminho ...

. Quanto mais longe pior.

. A anticipação supera a re...

. Vamos retomar a acção!

. A mentira continua!

. ...

. Desmedido frenesi.

. Rotinas passadistas

. TIC's na autarquia?

. 25 de Abril

.arquivos

. Fevereiro 2008

. Fevereiro 2007

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

.tags

. todas as tags

.links

.as minhas fotos

Get Firefox!
 Use OpenOffice.org

.subscrever feeds

blogs SAPO

.mais sobre ...