Sábado, 13 de Novembro de 2004

Recentrar os objectivos iniciais.

A acção política é nobre e, já que todo o “homem é um animal político”, devemos ter a convicção de que existem capacidades extraordinárias no povo simples. Para tal, há contudo, uma mudança que forçosamente devemos temer e essa é, claramente, aquela que nos impeça de falar. Pensamos ainda que a “política deve ser entendida tal qual a matemática: tudo o que não é totalmente correcto está mal.” Parafraseado ainda Alfred Smit também pensamos que “não é certo que o poder corrompa, mas há políticos que corrompem o poder” como tal, estando a política na opinião de muitos em contacto com a sujidade, é preciso muita higiene para não se cheirar mal. O caminho que apontamos para limpar a política é o da “política deliberativa”, fundada na comunicação, na discussão e na negociação pois. Só assim reencontraremos as práticas fundadoras da lógica democrática fundada no permanente confronto de opiniões. Confronto esse, entendido como um processo complexo de decisões, onde todos os pontos de vista são chamados a pronunciarem-se. Só a democracia participativa e contínua pode reconstruir a vinculação cívica aos políticos, já que, estarão implicados nas escolhas colectivas. A expressão directa da vontade é indispensável para remedira a crise da representatividade pois, só assim, se colmata a distância que se interpôs entre os dirigentes e os dirigidos. Não advogamos que apenas se chame ao debate grupos organizados. Não é nosso interesse que só estes participem na discussão política, antes desejamos que todos, individualmente, se associem ao debate. Esta inovação deve assegurar uma presença mais activa do cidadão nos processos de decisão política. É o que pretendemos.
publicado por chaveslivre às 23:10
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7 comentários:
De Anónimo a 17 de Novembro de 2004 às 23:52
Vim a este blog, algumas vezes.
Parece que agora está tomado pelos beatos.
Então istó é para fazer oposição ou para ver quem tem mais pecados.
Com esta conversa isto ainda acaba em discussões do sexo dos anjos.

Não gosto do padreca de conversa que dá pelo nome de JOAOXXI, nem gostei do blogmaster que se calou com os ataque que lhe dirijiram.

Cá para mim estas conversas são só para trazer os blogistas interessados em vir ver a disputa.
O JOAOXXI e o blogmaster estão feitos.

Vão os dois dar uma volta ao vilhar G....Nando Pina
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(mailto:Pina@hotbot.com)
De Anónimo a 17 de Novembro de 2004 às 23:44
Ao usurpador do nome do Papa.

Não tens vergonha de dizer mal de toda a gente.
Com um mome santo como o que usa devias ser mais moderado.

Depois porque usa um e-mail "vaticona", que mal te fizeram os padres, ou os bispos. Porque desprezas o Papa.

Não tem medo da condenação enterna por atacares o proximo.

Poque usas expressoes religiosas. Andaste no seminário. Aconteceu lá alguma desgraça.

Convives com religiosos.

Para palavras tão religiosas usa um tom agressivo.

Reflecte!Graziela
</a>
(mailto:Grazi11@tuga.com)
De Anónimo a 16 de Novembro de 2004 às 21:09
Ao "doutor, engenheiro,arquiteto" senhor doutor luís fontes:
Não é verdade que existam dois tipos de seres politícos, na realidade há três tipos, a saber:
os que não se definem;
os que querem parecer estar em todos os lados e;
os que nos anos bissextos vão estagiar para um tacho a preceito ( o que acontece depois de lamber muita bota", e, no resto dos anos, são recadeiros no escritório de familiares(passando entretanto por uma estágio de hipocrisia rotária).
Quanto aos que "não estando em lado nenhum parecem estar em todos os lados" fazem-me lembrar um certo vereador de anos bissextos que quando passeava pel C.M.C. deixava acumular os processos que não intressavam por meses infinitos.
Já agora deixava um novo título para este blog ( blog não, biblog, uma vez que parece ser um blog a dois) "O ROQUE E A AMIGA".
Deus tenha piedade de vós. AménJoão XXI
</a>
(mailto:vaticona@ppd.pt)
De Anónimo a 15 de Novembro de 2004 às 14:21
Na morte, como na morte, temos de ser dignos.
Dignos do que fazemos, do que dizemos, do que advogamos, enfim dinos de tudo e de nada...
Só que, e indo de encontro ao comentário anterior, é mais grave haver censura encoberta do que censura.
Falar implica logo ser perseguido.
Não vão atrás dos que já são, vão atrás dos que ainda não são.
Abaixo a didatura em chaves. Abaixo os Joãos Jardins do burgo.
Abaixo, Camposs, Lurdess, Cabeleirass, Motass, Palaschaves2003
</a>
(mailto:chaves2003@sapo.pt)
De Anónimo a 14 de Novembro de 2004 às 22:40
O Analfabeto Político

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, dos alugueres, dos sapatos e dos remédios dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nascem as prostitutas, os menores abandonados, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais."
(Bertold Brecht)


Não concordo que "É condenável a atitude dos que não se definem"


Numa democracia deveriamos ser livres ao ponto de não sermos obrigados a ter uma definição política, poder votar hoje à direita, amanha à esquerda e depois não votar.

É justamente os indefinidos que esta Câmara persegue: persegue aqueles que não se definem a favor, persegue os que não foram abertamente a favor ou ainda os que foram solidarios com alguem do contra.

Só não perseguem abertamente os que são filiados no PS para não serem acusados de perseguição politica.

O importante é não sermos analfabetos políticos.

Sou neste momento contra estes que lá estão, não pela cor política, mas, porque são pessoas sem qualidade, mentirosos compulsivos que sentem necessidade de encostar os que lá estavam para justificar a vinda dos muitos boys...

Condenável é utilizar as empresas municipais (cujos funcionários são pagos pela Câmara) para dar abrigos aos colegas do partido.
Contem o número de avenças a funcionários da Câmara!
Contem o número de funcionários da Câmara (pagos pela Câmara) que estão a receber uma percentagem sobre o vencimento, pagamento feito pela empresa municipal.

Mirone da Praça
(http://semprecontra.blogs.sapo.pt)
(mailto:mirone@cmc.pt)
De Anónimo a 14 de Novembro de 2004 às 18:04
Pedro Santana Lopes não avançou nenhuma ideia para o país no Congresso do PSD.
Fez, no entanto, uma constatação, lançou um desafio e expressou um desejo.
Constatou que já entramos na retoma económica e que não há necessidade de impor austeridade. Sabe que é mentira.
Desafiou Cavaco Silva a avançar para Belém. Sabemos que nunca desejou que tal acontecesse.
Expressou o desejo de ser primeiro-ministro até 2.014. Sabe que o povo não o deseja.
Enfim...o P.M. merece mais que o lamentem do que o critiquem.Luís Fontes
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(mailto:areias.fontes@clix.pt)
De Anónimo a 14 de Novembro de 2004 às 07:39
Numa altura, como a que vivemos, de crise de valores, de princípios e de identidade, erram todos aqueles que não tomam posição e permanecem na indiferença e no absentismo.
É condenável a atitude dos que não se definem, dos que querem parecer estar em todos os lados e, não estando em lado nenhum ou não se percebendo de que lado estão, vão alimentando a perigosidade do momento. Luís Fontes
</a>
(mailto:areias.fontes@clix.pt)

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