Terça-feira, 9 de Novembro de 2004

Não acautelar o futuro.

Está em curso a institucionalização da ComUrb de Trás-os-Montes, coisa entranha ao sentir e às necessidades das gentes da Região de Trás-os-Montes e Alto. Não é contudo esse assunto que agora desejamos trazer ao debate.


O que nos preocupa é o imobilismo e a falta de visão do edil chefe do nosso conselho. Não saberá ele que, se for para a frente a ideia peregrina da ComUrbe’s, estas irão precisar de poiso para as suas estruturas técnico-administrativas, ou é tudo conversa para enganar os transmontanos incautos?


Se quiserem instalar em Chaves serviços públicos onde se instalarão?


Na Escola de Superior de Enfermagem, que tem fim à vista?


No R.I. 19, que sempre disseram os laranjas mais aflitos que ia fechar?


Debaixo da Ponte de São Roque?


Em vez de andar a gastar milhões em pontes para andantes no rio Tâmega (havendo uma outra a 200m) e que, uma cheia em condições, levará para Boticas ou em mirabolantes promessas demagógicas (fundação Nadir) ou ainda em novos auditórios com uns míseros 200 lugares (desses já a meia dúzia na cidade e estão às moscas), não seria melhor tratar de encontrar um local para disponibilizar a ComUrb.


Não sabe o que aconteceu em Santarém, que ficou sem serviços da Administração do Estado em favor da Golegã por, esta ultima, oferecer local para os ditos serviços. Não venha depois a chora em leite derramado ou a fazer as tristes fitas que fez a propósito da sede da ComUrb, pois com elas nada consegui, apenas impediu outro de fazerem o pleno. Bragança lá ficou com a sede da Assembleia.


E Chaves, o que recebeu.


Resposta: “TONESCOS”, “NÉPIA”, “PEVA”, “NICLES”, “RIEN”, “QUELQUE CHOSE” “NOTHING”, “COSA NINGUNA”, "NIENTE”, "QUALCHE COSA”, “NICHTS”, “ALLES”. ... Outras formas de dizer nada são bem aceites.

publicado por chaveslivre às 14:40
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4 comentários:
De Anónimo a 13 de Novembro de 2004 às 19:11
Ó Sr. Nelinho:
Se é certo que a Câmara matou o Tbar, certo é que antes havia dado já condições aos utentes de bares da zona.
Com efeito, muniu o Bar do Neves de uma esplêndida e espaçosa esplanada e, para o caso de a clientela ser muita, o nosso presidente de Santa Maria Maior vai disponibilizar, em breve, um outro bar na Rua do Olival.
Se calhar, para acarinhar estes investimentos do nosso estimado João Neves ainda vai ser necessário matar outros bares...
Bastará lançar mão dos regulamentos municipais, fazer vistorias, fazer caducar alvarás, chumbar emissões de licenças de utilização, instaurar processos de contra-ordenação...Julia Alves
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(mailto:juliaalves@clix.pt)
De Anónimo a 13 de Novembro de 2004 às 19:03
Estes camarários da treta cortaram as tílias que existiam na Rua do Olival. Não sabem que as tílias se plantam para os netos ? Que são a melhor sombra que há ? Que há que proteger as ruas das cidades do sol tórrido do verão para que possam ser visitáveis ?
E as olaias das Freiras ? Cortadas rentes. Se não era para fazer o parque subterrâneo para que merda as cortaram. Ó Sr. vereador Cabeleira: o sr. que é arquitecto paisagista não sabe o que é o património natural ?
Não lhe chegou limpar as camélias da Av.ª Irmãos Rui e Garcia Lopes ?Olaias e tílias
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(mailto:olaias@sapo.pt)
De Anónimo a 13 de Novembro de 2004 às 18:19
A Câmara mandou destruir o Tbar.
O Tbar, como local de lazer e de convívio ímpar, tinha conquistado um espaço, tendo-se tornado conhecido em todo o norte de Portugal e na Galiza e atraíndo clientes oriundos de numerosas localidades.
Era um investimento interessante que a Câmara matou na realização de obras de requalificação quando tanto há ainda para qualificar.
O espaço onde decorrem agora estas obras já era fruído pelos flavienses, necessitando unicamente de uns arranjos que o tornassem mais aprazível.
Já tinha uma memória.
Porque não conquistar mais espaço para o público ? Olhem para o outro lado do rio; olhem para a margem esquerda, da Ponte Romana à Ponte de S. Roque. Olhem...mas olhem para o céu, não para a extremidade do dedo indicador que o aponta...Nelinho
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(mailto:nelinho@hotmail.com)
De Anónimo a 12 de Novembro de 2004 às 21:21
Sobre o PIDDAC, ou seja, sobre o Plano de Investimentos da Administração Central, foi com uma enorme desfaçatez que o Presidente da Câmara se vangloriou dos investimentos previstos para o concelho durante o próximo ano nas áreas da saúde e do ambiente.
Sobre o ambiente, trata-se de verbas do Programa Polis, ou seja, verbas conquistadas pelo socialista Altamiro Claro.
Sobre a saúde, trata-se de investimentos a realizar no Hospital Distrital de Chaves conquistados pelo seu director, que, curiosamente, integrou a lista do PS à Câmara.
E que verbas conquistou o actual Presidente da Câmara ? Rien, népias...Luís Fontes
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(mailto:areias.fontes@clix.pt)

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